Lindas, sensuais e super talentosas são nossas atletas brasileiras despontando no ranking olímpico ano após ano.

As brasileiras se destacaram nas olimpíadas de 2008. No 1° lugar, as meninas do vôlei e a saltadora Maurren Maggi. Em 2° lugar, o futebol feminino. Em 3°, as velejadoras Fernanda Oliveira e Isabel Swan, a judoca Ketleyn Quadros, e no taekwondo Natalia Falavigna.

Vida de atleta não é moleza! Para chegar aonde essas meninas chegaram é preciso levar uma vida altamente disciplinada. Além das 8h diárias de treinamento em média, vem a dieta, regras de repouso e aquele happy hour regado a cervejinha, nem pensar. Compute de 6 a 9 anos de treinamento para se formar uma atleta.

Ser atleta é um caminho árduo e requer a prática do CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude):

Conhecimento

É preciso conhecer o corpo, percebendo os sinais de limite que ele lhe dá. Saber o que, como e quando comer. Tanto em qualidade, quantidades e as combinações alimentares adequadas para cada intensidade de treino.

Estudar os competidores, comparando os seus pontos fortes aos falhos dos adversários, construindo estratégias mentais de vencer a competição. E uma série de outras tantas variáveis específicas a cada modalidade esportiva.

Habilidade

Alguns pensam que se nasce habilidoso. Fato é que algumas pessoas têm mais facilidade que outras, mas a precisão dos movimentos dessas atletas, a força, velocidade e resistência só são possíveis com treinamento rigoroso.

Sabe quando vemos uma jogadora brincando com a bola como se fosse a extensão do próprio corpo, em gestos que parecem simples e ficamos imaginando como alguém é capaz de tamanha agilidade? Pois é, essa atleta é habilidosa.

Atitude

E o desportista com conhecimento, habilidade e sem iniciativa, que nunca está no lugar certo, na hora certa ou não supera a si mesmo para ajudar a equipe?

Técnicos mais experientes buscam atletas com espírito de equipe, pois sabem que a mente humana opera em duas vias: posicionamos-nos sendo parte do problema ou da solução. Não basta ter conhecimento e habilidade, há que saber liderar a si próprio.

O caminho trilhado por essas mulheres muitas vezes é penoso, mas carrega em si o doce sabor da vitória. Vendo essas mulheres, me orgulho de ser brasileira!

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