A ideia de que futebol "é coisa de homem" foi para corda bamba após a queda do Decreto-Lei 3.199 da década de 1940, que estabelecia as bases da organização desportiva no Brasil e proibiu a prática do futebol feminino, alegando ser um esporte inadequado ao físico da mulher.
Marta, um ícone no futebol feminino está aí comprovando que o esporte também "é coisa de mulher". Sendo eleita por três vezes, pela FIFA, a melhor jogadora do mundo. A jornalista Fátima Bernardes ganhou o título de “musa da seleção brasileira" em 2002, confessando em entrevista, ser apaixonada por futebol desde os 7 anos de idade.
Mas o que faz do futebol um esporte tão contagiante?
Além de ser entretenimento frequente nos lares brasileiros, o futebol encanta pelas múltiplas facetas do esporte de espetáculo. Somos magnetizados pela emoção. Há mais dramaticidade e envolvimento social que qualquer outro esporte. Tem expectativa, suspense, drama, comédia, felicidade, tristeza, euforia e paixão.
O público torcedor feminino está em curva ascendente. Existem fã clubes femininos, encontros de mulheres apaixonadas pelo esporte, amigas que se reúnem em dia de jogo para brincar de vodoo com as camisetas dos jogadores adversários e elas, ao sofrer certo preconceito, avisam: os estádios ainda serão dominados pelo salto alto.
Deixamos de falar apenas sobre o físico dos jogadores e passamos também a discutir sobre aspectos táticos, técnicos e de condicionamento físico. E as arquibancadas dos estádios hoje, são freqüentadas por famílias inteiras.
Quem sabe as fanáticas por futebol do século XXI se tornem futuramente, técnicas, preparadoras e presidentas dos clubes, dando ao esporte um toque feminino, transformando-o em PAIXÃO FAMILIAR.
Não tenha vergonha de torcer pelo seu clube do coração! Eu tenho minha camisa customizada. Escolha a sua e dê seu toque feminino! E “go up” Brasil!!!
Mal tinham terminado as olimpíadas de inverno deste ano, em Vancouver no Canadá, e nós já estávamos querendo mais. E o ciclo olímpico pra nós, brasileiros, continua ainda este ano com os jogos Sul-americanos de Medellín na Colômbia, de 19 a 30 de março. A delegação brasileira contará com 557 atletas competindo em 37 modalidades, algumas delas valendo vaga nos jogos Pan-americanos de Guadalajara em 2011.
Da preparação dos atletas à infraestrutura na cidade sede, há tecnologia presente em todas as etapas dos jogos olímpicos. Veja alguns exemplos:
Câmera de 8.000 fps Câmeras de vídeo normais gravam utilizando de 24 a 30 frames por segundo (fps). No entanto, para ver com detalhes os movimentos dos atletas, foi desenvolvida uma câmera que grava em alta definição utilizando 8000 fps. Utilizada pela primeira vez nas olimpíadas de 2008, essa câmera permite exibir cada movimento em detalhes que escapariam em imagens de outras câmeras.
Uma grande tela no chão Na abertura das olimpíadas de inverno, o piso do estádio BC Place virou uma grande tela onde foram projetadas diversas imagens ao longo da cerimônia.
Abertura dos jogos de inverno no BC Place em Vancouver.
Roupa especial para os atletas da natação Utilizada inclusive por atletas recordistas olímpicos, entre eles Michael Phelps, essa roupa desenvolvida pela Speedo tem em sua composição materiais hidrófobos, contribuindo para que a resistência da água sobre o nadador seja menor.
SPEEDO LZR Racer swimsuit
Unidade Desportiva Atanasio Girardot Em 2009, foram finalizadas as obras dos novos complexos esportivos que irão integrar a Unidade Atanasio Girardot em Medellín. Utilizando conceitos de "tecnologia verde", o teto dos novos estádios conta com um design que favorece a iluminação natural.
Ao fundo, os novos complexos esportivos.
Esses são apenas alguns exemplos de como a tecnologia beneficia não só os atletas, mas também os espectadores. Nos próximos posts, veremos mais sobre tecnologia no esporte.
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